contador gratuito



vasco-amor-infinito:

Foda mesmo era tentar passar por esses dois ai. Dedé e Anderson Martins a zaga mais sinistra.

(via vasco-amor-infinito)



vasco-da-gama:

Um lateral com pinta de atacante. Só podia ser Fagner mesmo.

(via vasco-meu-orgulho)



"Ontem eu te liguei chorando e você disse que eu sou fraca. Eu sou fraca? Fraco é você que infla o peito pra falar e não deixa ele se encher de sentimento. Fraco é você que não admite que chora, que erra e que quer. Isso é ser fraco, se fechar pra toda e qualquer oportunidade por medo. E é isso que você é, um medroso que não tem coragem de sentir. Sai com a loira, com a morena, com a ruiva e mesmo assim não deixa ninguém te desvendar só um pouquinho. Você tem medo até de saberem a sua cor favorita, tão desconfiado de tudo que anda até com duas camisinhas dentro da carteira. Você não tem coragem de ligar e de chamar, de pedir pra alguém ficar, de implorar, ajoelhar e bancar o ridículo. Você não sabe admitir que errou e pedir desculpas. Eu até poderia te confundir com uma criança, porém elas expressam alguma coisa, ao contrário de você que tem medo de ficar bêbado e falar mais do que deve, ligando pra quem já deveria ter ligado há um bom tempo. E você tem todo esse medo de quebrar a cara, ser ridículo e estranho que nem eu, que acaba vivendo sem emoção. Então, eu choro? Claro que sim. Bato o pé? Sim. Sou birrenta? Até demais. Mas não venha me dizer que a fraca sou eu, que o elo fraco aqui sou eu. Aguento cólica, soco no peito e até depilação com cera. Aguento as idas e vindas, o fim do mundo e o começo. Eu aguentei as decepções, os idiotas, as vadias que tiraram os idiotas de mim e as risadinhas do mundo que me achava boba por correr para trás, já que é isso que eu sempre fiz. Sempre tentei voltar aos momentos bons do passado esquecendo de que posso fazer coisas boas no agora. Enquanto você vive com todo esse medo patético, toda essa vontade de ser alguém quando na verdade é só um blefe, eu continuo sendo a fraca que teve coragem de ligar para você e pedir desculpas por algo que eu nunca fiz: ter medo de te encarar. E agora, quem é fraco?" 

Mariana Rangel (via menos-am0r)

(via geladocoracao)



prisioneiro-da-morte:

É Assim, as pessoas certas sempre vão chegar nas horas erradas. (drugtonight)

prisioneiro-da-morte:

É Assim, as pessoas certas sempre vão chegar nas horas erradas. (drugtonight)

(via detalhes-imperfeit0s)



Pra mim amizade é mais do que chamar de best friend , sair dois dias , dormir na casa da outra, e no final será mesmo que elas vão está do seu lado ? ’ hoje em dia não podemos confiar em ninguém ’ , quem nunca escultou isso ? EU MARIANA PARDO , admito ! encontrei minhas verdadeiras melhores amigas , POLLYANNE SILVA ALMEIDA e AMANDA SILVA FARIAS , e quando eu estive triste elas foram as primeiras a saber , quando eu pensei em algo , elas já tinham descobrido só em olhar pra mim , eu agradeço muito a Deus por ter vocês , namoral véi eu não existo sem vocês , o valor que vocês duas tem em minha vida , nenhuma amiguinha tem , é verdadeiro , é puro , quando é do coração é assim , eu quero passar toda minha vida no lado de vocês e eu tenho certeza que eu não encontrarei ninguém igual vocês duas , minhas metades são vocês , e eu tenho muitos planos pra gente no futuro viu ? não vai acabar nunca esse laço fraternal nosso , porque eu não vou permitir , eu não vou mesmo , quero vocês duas aqui no meu ladinho , polly beijando meu ombro e amanda me dando aulas :9 e nós três completando o mais belo laço de amizade que eu já presenciei , eu amo vocês demais s2 

Pra mim amizade é mais do que chamar de best friend , sair dois dias , dormir na casa da outra, e no final será mesmo que elas vão está do seu lado ? ’ hoje em dia não podemos confiar em ninguém ’ , quem nunca escultou isso ? EU MARIANA PARDO , admito ! encontrei minhas verdadeiras melhores amigas , POLLYANNE SILVA ALMEIDA e AMANDA SILVA FARIAS , e quando eu estive triste elas foram as primeiras a saber , quando eu pensei em algo , elas já tinham descobrido só em olhar pra mim , eu agradeço muito a Deus por ter vocês , namoral véi eu não existo sem vocês , o valor que vocês duas tem em minha vida , nenhuma amiguinha tem , é verdadeiro , é puro , quando é do coração é assim , eu quero passar toda minha vida no lado de vocês e eu tenho certeza que eu não encontrarei ninguém igual vocês duas , minhas metades são vocês , e eu tenho muitos planos pra gente no futuro viu ? não vai acabar nunca esse laço fraternal nosso , porque eu não vou permitir , eu não vou mesmo , quero vocês duas aqui no meu ladinho , polly beijando meu ombro e amanda me dando aulas :9 e nós três completando o mais belo laço de amizade que eu já presenciei , eu amo vocês demais s2 

(Source : estoy-feliz)



"Você não tem esse direito de voltar para minha vida no momento em que eu estou conseguindo te esquecer, quando eu estou finalmente te superando. Você não pode andar por aí com todo seu ego inflado, alternando entre relações mal sucedidas e falsos amores, deixando-me sempre como sua última opção no dia a dia, querendo que eu esteja disponível para você na hora que bem entender. Você, em hipótese alguma, está permitida de bagunçar todos meus pensamentos como estava tão acostumada a fazer. Simplesmente não pode me deixar encantar por cada palavra que tua boca pronuncia, por cada gesto que teu corpo reproduz, por cada aroma que fica impregnado em minha roupa depois de um longo abraço nosso. Então eu te peço: refaça cada lista sua, com seus interesses, objetivos, amores, seja o que for. Mas por favor, esqueça de me incluir nelas dessa vez. Apague meu número da sua agenda telefônica para não cair na tentação de me ligar, achando que eu estarei a sua disposição. Não espere que eu use novamente aquela camisa que só você dizia que ficava tão bem em mim. Deixe de lado todo futuro que construímos em uma única tarde de domingo. Guarde todas nossas lembranças em uma pequena caixa e certifique-se de não abrí-la nunca mais, para não se remoer do erro que cometeu ao me deixar ir embora. Porque eu não quero mais fazer parte dessa loucura toda que é estar contigo, desse vai e vem que sempre vivemos. Eu não quero ficar preso à insegurança, ao receio. E não adianta me procurar, porque não estou mais à sua espera. Eu passei longos dias desejando teu retorno à minha vida. Te esperei, te quis, te amei por tempo demais. Seus lábios irão tocar os de terceiros e entre eles não haverá química nenhuma que se compare aos nossos beijos. Você experimentará diversas sensações e desejará em cada uma delas que eu estivesse contigo. E quando você finalmente se der conta, verá que me perdeu. Me perdeu para você mesma." 

Diego Lopes  (via frasesmalfeitas)

(Source : sdrroll, via frasesmalfeitas)



frasesmalfeitas:

“26/03/2011. Sabe quando a gente olha pro céu e pede, por favor, para que ele desabe sobre nós? Então, aquele dia, eu olhei pro céu e pedi coisa pior. Pedi para que ele desabasse sobre a tua cabeça, que destruísse a tua vida e fizesse com que você nunca tivesse existido. Porque você, o tempo todo, todos os meses, que, de certa forma estivemos juntos, dizia que se aquilo não fosse amor, não seria outra coisa. Lembro das músicas que me mandava, das fotos que me mostrava e das declarações fofas (e talvez toscas) que me fazia todos os dias, todos os dias sem falhar nenhum. Lembro do seu terrível português que mal sabia conjugar os verbos e do seu vício naquela banda que eu nunca mais parei de ouvir. Você conseguiu me convencer de que éramos perfeitos um para o outro; que nos completávamos e que o amor era eterno era de fato algo muito possível.
Me diz o porquê de você fazer tudo isso? De dizer a mim que me pertencia, quando na verdade nunca quis ser meu. Eu não sei o que pensar. Tanto tempo depois, é difícil saber o que realmente foi verdade, e saber diferenciar o que foi apenas uma mera ilusão criada dentro da minha cabeça. Porque o tempo não foi bom pra mim, ele não me fez esquecer de nada, muito pelo contrário, ele me deu novas lembranças, lembranças essas que nem existem, que são apenas vontades e desejos que nunca tiveram a oportunidade de serem colocados em prática. Pois você foi embora cedo demais. Foi embora de braços dados com aquela que você mesmo disse, eu me lembro, que era apenas a tua amiga. A tua amiga que até hoje é a tua namorada. E as vezes eu me odeio por ter sido tão estúpida a ponto de acreditar que aquela que sempre estava ao seu lado, te apoiando enquanto nós brigávamos, seria apenas uma amiguinha da escola. Eu sabia, no fundo eu sabia, que nós nunca nos pertencemos, não, você é que nunca me pertenceu.
Eu sei que agora, escrever tudo isso, é tão em vão quanto todas as vezes que eu lhe pedi para nunca me abandonar. Lembro de quando declarávamos o nosso amor eterno, planejávamos o nosso casamento, ou então apenas discutíamos sobre qualquer bobeira que aconteceu no nosso dia. Lembro de todas as suas implicâncias, da sua mania de me chamar de “loira”, mesmo que meu cabelo fosse castanho na época. Me chamava de chata, irritante e ciumenta, mas com o pronome “minha” antecedendo todos esses xingamentos. A gente se amava de um jeito diferente, de um jeito pirracento e infantil. A gente se amava do nosso jeito. E se hoje eu pudesse te olhar, eu te olharia do mesmo jeito que olhei há um ano atrás. Com cara de cachorro pidão e carente, abandonada e com o coração partido em tantos pedaços, que nem é mais considerado um coração.
Se eu pudesse voltar atrás, corrigir os erros e me tornar tão insubstituível quanto a tua amiga, eu voltaria. Não por causa do nosso amor, muito menos por sua causa, eu mudaria tudo por mim, porque a pessoa que me tornei, melancolicamente chata e espedaçada, essa pessoa, ninguém suporta mais. O seu nome foi proibido entre meus amigos, dentro da minha família e até mesmo em textos escolares. Mas eles não sabem que não preciso do teu nome para sentir saudade. Tudo, tudo mesmo, me lembra algo em você. Seja uma meia velha jogada no chão, me lembrando o quanto você era porco e mal cuidadoso com suas roupas; ou até mesmo um cachorro passando na rua, que o animal por si só me lembra você e suas atitudes. Você se tornou, ao mesmo tempo, algo bom e ruim pra mim. Machuca e faz bem, e tudo numa intensidade tão desigual, que por vezes eu me perguntei se eu realmente te amava ou se era apenas uma paixão adolescente, e quando a lágrima escorria pelos meus olhos, eu entendia a resposta. Você, infelizmente, é o amor da minha vida.
E nada que eu faça vai mudar isso. Nada e muito menos ninguém vai conseguir apagar tudo que fomos e que eu queria que ainda fôssemos. Nenhum outro vai ser tão implicante quanto você; nenhum outro vai saber das minhas fraquezas e medos; nenhum outro vai escrever tão errado quanto você; nenhum outro vai ter esse teu jeito idiota e ao mesmo tempo fofo, de ser; nenhum outro vai entender minhas crises de ciúmes; nenhum outro vai esquecer de me mandar sms de boa noite; nenhum outro vai ter a voz tão afeminada quanto você tem. Nenhum outro será você, e é isso que me destrói a cada dia que passa e eu olho pro lado e não te vejo mais lá.
Hoje faz exatamente um ano que eu te vi partindo e não te pedi pra ficar. Te vi indo embora com ela e lhes desejei boa sorte. Hoje eu sinto sua falta, mas eu já consigo entender que nós nunca mais ficaremos juntos. Hoje eu mudei, cresci e deixei de ser aquela garota bobinha que só sabia corrigir os seus erros de ortografia. Eu não sou tão birrenta, nem tão inocente. E não sou mais loira, literalmente, porque em um momento de fúria misturado com tristeza fui ao salão e pintei de preto. Sou tão louca quanto antes, talvez até pior, só que toda essa tristeza me fez guardar os outros sentimentos e ficar pensando apenas no quanto é ruim estar triste. Eu queria ser a tua garota, a tua boba, a tua chata. Eu queria, mas você já quis outra. Hoje eu queria mudar algumas coisas, sorrir um pouco mais, mas infelizmente não dá, porque foi nesse mesmo dia, a um ano atrás, que o motivo de todos os meus sorrisos, foi embora pra ser o motivo dos sorrisos de outra pessoa.” Cibele Sena (amargar)

frasesmalfeitas:

26/03/2011. Sabe quando a gente olha pro céu e pede, por favor, para que ele desabe sobre nós? Então, aquele dia, eu olhei pro céu e pedi coisa pior. Pedi para que ele desabasse sobre a tua cabeça, que destruísse a tua vida e fizesse com que você nunca tivesse existido. Porque você, o tempo todo, todos os meses, que, de certa forma estivemos juntos, dizia que se aquilo não fosse amor, não seria outra coisa. Lembro das músicas que me mandava, das fotos que me mostrava e das declarações fofas (e talvez toscas) que me fazia todos os dias, todos os dias sem falhar nenhum. Lembro do seu terrível português que mal sabia conjugar os verbos e do seu vício naquela banda que eu nunca mais parei de ouvir. Você conseguiu me convencer de que éramos perfeitos um para o outro; que nos completávamos e que o amor era eterno era de fato algo muito possível.

Me diz o porquê de você fazer tudo isso? De dizer a mim que me pertencia, quando na verdade nunca quis ser meu. Eu não sei o que pensar. Tanto tempo depois, é difícil saber o que realmente foi verdade, e saber diferenciar o que foi apenas uma mera ilusão criada dentro da minha cabeça. Porque o tempo não foi bom pra mim, ele não me fez esquecer de nada, muito pelo contrário, ele me deu novas lembranças, lembranças essas que nem existem, que são apenas vontades e desejos que nunca tiveram a oportunidade de serem colocados em prática. Pois você foi embora cedo demais. Foi embora de braços dados com aquela que você mesmo disse, eu me lembro, que era apenas a tua amiga. A tua amiga que até hoje é a tua namorada. E as vezes eu me odeio por ter sido tão estúpida a ponto de acreditar que aquela que sempre estava ao seu lado, te apoiando enquanto nós brigávamos, seria apenas uma amiguinha da escola. Eu sabia, no fundo eu sabia, que nós nunca nos pertencemos, não, você é que nunca me pertenceu.

Eu sei que agora, escrever tudo isso, é tão em vão quanto todas as vezes que eu lhe pedi para nunca me abandonar. Lembro de quando declarávamos o nosso amor eterno, planejávamos o nosso casamento, ou então apenas discutíamos sobre qualquer bobeira que aconteceu no nosso dia. Lembro de todas as suas implicâncias, da sua mania de me chamar de “loira”, mesmo que meu cabelo fosse castanho na época. Me chamava de chata, irritante e ciumenta, mas com o pronome “minha” antecedendo todos esses xingamentos. A gente se amava de um jeito diferente, de um jeito pirracento e infantil. A gente se amava do nosso jeito. E se hoje eu pudesse te olhar, eu te olharia do mesmo jeito que olhei há um ano atrás. Com cara de cachorro pidão e carente, abandonada e com o coração partido em tantos pedaços, que nem é mais considerado um coração.

Se eu pudesse voltar atrás, corrigir os erros e me tornar tão insubstituível quanto a tua amiga, eu voltaria. Não por causa do nosso amor, muito menos por sua causa, eu mudaria tudo por mim, porque a pessoa que me tornei, melancolicamente chata e espedaçada, essa pessoa, ninguém suporta mais. O seu nome foi proibido entre meus amigos, dentro da minha família e até mesmo em textos escolares. Mas eles não sabem que não preciso do teu nome para sentir saudade. Tudo, tudo mesmo, me lembra algo em você. Seja uma meia velha jogada no chão, me lembrando o quanto você era porco e mal cuidadoso com suas roupas; ou até mesmo um cachorro passando na rua, que o animal por si só me lembra você e suas atitudes. Você se tornou, ao mesmo tempo, algo bom e ruim pra mim. Machuca e faz bem, e tudo numa intensidade tão desigual, que por vezes eu me perguntei se eu realmente te amava ou se era apenas uma paixão adolescente, e quando a lágrima escorria pelos meus olhos, eu entendia a resposta. Você, infelizmente, é o amor da minha vida.

E nada que eu faça vai mudar isso. Nada e muito menos ninguém vai conseguir apagar tudo que fomos e que eu queria que ainda fôssemos. Nenhum outro vai ser tão implicante quanto você; nenhum outro vai saber das minhas fraquezas e medos; nenhum outro vai escrever tão errado quanto você; nenhum outro vai ter esse teu jeito idiota e ao mesmo tempo fofo, de ser; nenhum outro vai entender minhas crises de ciúmes; nenhum outro vai esquecer de me mandar sms de boa noite; nenhum outro vai ter a voz tão afeminada quanto você tem. Nenhum outro será você, e é isso que me destrói a cada dia que passa e eu olho pro lado e não te vejo mais lá.

Hoje faz exatamente um ano que eu te vi partindo e não te pedi pra ficar. Te vi indo embora com ela e lhes desejei boa sorte. Hoje eu sinto sua falta, mas eu já consigo entender que nós nunca mais ficaremos juntos. Hoje eu mudei, cresci e deixei de ser aquela garota bobinha que só sabia corrigir os seus erros de ortografia. Eu não sou tão birrenta, nem tão inocente. E não sou mais loira, literalmente, porque em um momento de fúria misturado com tristeza fui ao salão e pintei de preto. Sou tão louca quanto antes, talvez até pior, só que toda essa tristeza me fez guardar os outros sentimentos e ficar pensando apenas no quanto é ruim estar triste. Eu queria ser a tua garota, a tua boba, a tua chata. Eu queria, mas você já quis outra. Hoje eu queria mudar algumas coisas, sorrir um pouco mais, mas infelizmente não dá, porque foi nesse mesmo dia, a um ano atrás, que o motivo de todos os meus sorrisos, foi embora pra ser o motivo dos sorrisos de outra pessoa.” Cibele Sena (amargar)




i-nc0gnita:

“Passei pela tua rua de bicicleta esta manhã, e observei sua casa por alguns instantes. Meus olhos se fixaram naquele muro em frente à seu vizinho, onde nos falamos pela primeira vez. Foi sem querer, eu juro que eu não pretendia fazer essa rota. Mas até gostei do caminho, trouxe à tona algumas lembranças. Comparar o passado com o presente, machuca um pouco. No caso, me surpreendeu. Tantas coisas mudaram, algumas se juntaram, outras apenas se distanciaram - como nós dois. Enquanto eu passava por ali, observei a janela do teu quarto com aquela trepadeira de roseira, fica lindo exposto ali, entretanto, me veio um desejo de escrever pra ti. O porquê? Não me pergunte, eu só tinha um motivo - você - e não uma explicação pra isso. Eu nunca fui boa com isso, explicar. Parece uma coisa difícil, complicada, eu tento explicar tudo o que sinto e acaba saindo tudo enrolado da minha boca. Lembra, quando a gente costumava gastar horas e horas conversando e rindo? Lembra quando entendíamos o que o outro estava pensando, apenas por uma troca de olhar? Algumas vezes, o silêncio que preenchia o espaço entre nós nos fazia bem. A gente se entendia, nós tínhamos aquela sincronia que ninguém mais possuía. Todo mundo deseja o que nós tínhamos. E nós simplesmente jogamos isso fora, no lixo, como se não tivesse valor algum. Eu não posso ser tão hipócrita a ponto de jogar toda a culpa pra cima de você, tampouco à mim. Mas como a culpa tem que ocupar um cargo, culpo nós dois. Nos amamos tanto, e a cada dia regávamos esse sentimento com esperanças de que pudéssemos ter um final feliz - ou até não ter um final. E agora eu reflito sobre tudo isso, e agradeço por me dar conta de que todo aquele sentimento não era amor. Dei sorte se foi apenas o destino brincando com a gente, ou apenas uma paixão clássica de adolescente. Também vou dar sorte se te vir nessa mesma rua da tua vizinhança, de mãos dadas com outra garota, mostrando à elas as borboletas que voam por aqui no fim de tarde. Meu coração não vai mais se apertar, e não vou ter que calar meu ciúmes. Vou dar sorte se me deparar com outro cara no caminho de volta pra casa, quem sabe o que o destino me reserva? Talvez ele seja capaz de te transformar num grão de areia na minha vida. Mas olha eu aqui, escrevendo uma carta pra você te chamando de meu amor. Acho que descobri porque estou te escrevendo isso aqui. Tu me ganhou. Me teve nas mãos desde o dia em que cruzamos olhares, desde que tu segurou a minha mão pela primeira vez. Isso sempre esteve claro na nossa história, pelo menos pra mim, no entanto, pra você estava escrito nas entrelinhas e tu nunca foi capaz de lê-las. Porque se tu tivesse lido na hora certa, talvez não estivéssemos como estamos hoje. Me sinto ridícula por estar escrevendo isso pra ti, porque prometi a mim mesma que à você só daria meu silêncio. Prometi que ia ser forte até o final. Prometi pra ti que ia te deixar em paz, sem ligações, sem torpedos, sem palavras melosas e muito menos sem declarações. Chega de nós, chega de se iludir com a fantasia de que iríamos ficar juntos para sempre. Mas agora eu estou aqui escrevendo essa carta, porque eu…Simplesmente não pude evitar. E acho que mesmo se eu pudesse, eu não ia querer evitar. Porque eu preciso admitir a verdade, ao menos uma vez. E a verdade é que eu ainda sou toda sua, mas você já não é nem um pouco meu.” Nathana L. (i-nc0gnita)

i-nc0gnita:

“Passei pela tua rua de bicicleta esta manhã, e observei sua casa por alguns instantes. Meus olhos se fixaram naquele muro em frente à seu vizinho, onde nos falamos pela primeira vez. Foi sem querer, eu juro que eu não pretendia fazer essa rota. Mas até gostei do caminho, trouxe à tona algumas lembranças. Comparar o passado com o presente, machuca um pouco. No caso, me surpreendeu. Tantas coisas mudaram, algumas se juntaram, outras apenas se distanciaram - como nós dois. Enquanto eu passava por ali, observei a janela do teu quarto com aquela trepadeira de roseira, fica lindo exposto ali, entretanto, me veio um desejo de escrever pra ti. O porquê? Não me pergunte, eu só tinha um motivo - você - e não uma explicação pra isso. Eu nunca fui boa com isso, explicar. Parece uma coisa difícil, complicada, eu tento explicar tudo o que sinto e acaba saindo tudo enrolado da minha boca. Lembra, quando a gente costumava gastar horas e horas conversando e rindo? Lembra quando entendíamos o que o outro estava pensando, apenas por uma troca de olhar? Algumas vezes, o silêncio que preenchia o espaço entre nós nos fazia bem. A gente se entendia, nós tínhamos aquela sincronia que ninguém mais possuía. Todo mundo deseja o que nós tínhamos. E nós simplesmente jogamos isso fora, no lixo, como se não tivesse valor algum. Eu não posso ser tão hipócrita a ponto de jogar toda a culpa pra cima de você, tampouco à mim. Mas como a culpa tem que ocupar um cargo, culpo nós dois. Nos amamos tanto, e a cada dia regávamos esse sentimento com esperanças de que pudéssemos ter um final feliz - ou até não ter um final. E agora eu reflito sobre tudo isso, e agradeço por me dar conta de que todo aquele sentimento não era amor. Dei sorte se foi apenas o destino brincando com a gente, ou apenas uma paixão clássica de adolescente. Também vou dar sorte se te vir nessa mesma rua da tua vizinhança, de mãos dadas com outra garota, mostrando à elas as borboletas que voam por aqui no fim de tarde. Meu coração não vai mais se apertar, e não vou ter que calar meu ciúmes. Vou dar sorte se me deparar com outro cara no caminho de volta pra casa, quem sabe o que o destino me reserva? Talvez ele seja capaz de te transformar num grão de areia na minha vida. Mas olha eu aqui, escrevendo uma carta pra você te chamando de meu amor. Acho que descobri porque estou te escrevendo isso aqui. Tu me ganhou. Me teve nas mãos desde o dia em que cruzamos olhares, desde que tu segurou a minha mão pela primeira vez. Isso sempre esteve claro na nossa história, pelo menos pra mim, no entanto, pra você estava escrito nas entrelinhas e tu nunca foi capaz de lê-las. Porque se tu tivesse lido na hora certa, talvez não estivéssemos como estamos hoje. Me sinto ridícula por estar escrevendo isso pra ti, porque prometi a mim mesma que à você só daria meu silêncio. Prometi que ia ser forte até o final. Prometi pra ti que ia te deixar em paz, sem ligações, sem torpedos, sem palavras melosas e muito menos sem declarações. Chega de nós, chega de se iludir com a fantasia de que iríamos ficar juntos para sempre. Mas agora eu estou aqui escrevendo essa carta, porque eu…Simplesmente não pude evitar. E acho que mesmo se eu pudesse, eu não ia querer evitar. Porque eu preciso admitir a verdade, ao menos uma vez. E a verdade é que eu ainda sou toda sua, mas você já não é nem um pouco meu.” Nathana L. (i-nc0gnita)

(via y-oudonotleaveme)




Page 1of 43 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 »